´Nós somos sal, luz e esperança!
Durante os dias 12 a 14 de setembro de 2025, o município de Picos-PI foi sede do II Seminário Terra e Território. Nesta segunda edição do seminário, a discussão focou nos Desafios das políticas públicas nos territórios e comunidades. Resistências que assegurem direitos, vida digna e justiça socioambiental para os povos e comunidades tradicionais.
O seminário aconteceu no centro diocesano de Picos e contou com a presença de cinco dioceses do estado, cerca de 40 pessoas de diversos municípios, como: Santa Filomena, Gilbués, Marcos Parente, Santo Antônio de Lisboa, União, Miguel Alves, Floriano, Crisitino Castro, Barras, Curral Novo, Porto, Simões e Teresina.
Esse seminário representou um momento de esperança, das pessoas terem mais compreensão sobre seus direitos, sobre as políticas públicas voltadas para o campo, uma oportunidade e um esperançar para a vida das pessoas que vivem nas comunidades e territórios, reflete Antônio Eusebio, coordenador da Comissão Pastoral da Terra no Piauí.
O seminário também contou com a presença de representantes da Secretaria de Agricultura familiar do Estado – SAF, para as quais foram apresentadas demandas especificas pelas lideranças presentes.






Entre as pessoas que participaram havia uma diversidade de gênero e idade, o que contribui para uma maior troca de conhecimentos durante o encontro. Francisca Leandra, moradora do município de Curral Novo e uma das participantes do evento, falou sobre a importância de a juventude estar inserida nesse debate, a CPT traz muito conhecimento pra você que é jovem e que é do interior. A partir desse seminário, você consegue adquirir o conhecimento que quando você é isolado em uma cidade pequena, você não adquire. Eu acho que desde cedo temos que começar a entender mais sobre os nossos direitos e sobre a organização da comunidade,
Histórico
Em maio desse ano foi realizado o I seminário Terra e Território: Rompendo as cercas do latifúndio um momento de aprofundamento sobre o território que temos e o que queremos, os conflitos no campo e as necessidades das comunidades e territórios.